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Friday, January 31, 2014

Yamaha RZ500N de 1985 é achada na caixa

Esportiva zero quilômetro está à venda na Austrália por R$ 75 mil









Yamaha RZ500N nunca chegou a ser vendida oficialmente no Brasil - Motorpasión Moto/Reprodução


Motorpasión Moto/Reprodução


 


Yamaha RZ500N nunca chegou a ser vendida oficialmente no Brasil


 



Uma Yamaha RZ500N, ano 1985, foi encontrada dentro de sua caixa
original na Austrália. O modelo, zero quilômetro, pode ser comprado por
cerca de 35 mil dólares australianos, o equivalente a R$ 75 mil.

A preciosidade, importada do Japão, foi descoberta em um
galpão. Chaves e manual do proprietário estão em perfeito estado. A moto
é equipada com um motor quatro cilindros em V de 499 cm³, que gera 88
cv a 9.500 rpm. O peso é de 170 quilos.







A RZ500N era uma variação da YZR 500, modelo usado no Moto GP
da época. A marca japonesa nunca chegou a comercializar a esportiva no
Brasil oficialmente (algumas importadas chegaram a vir), mas ela
inspirou outra fera, a RD350 "viúva negra", que fazia os jovens da época
pirarem.









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Disponível no(a):http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/

Tuesday, January 28, 2014

Buraqueira das ruas brasileiras prejudica motos de baixa cilindrada

 Fotos: Divulgação






Buraqueira das ruas brasileiras prejudica motos de baixa cilindrada

Diversidade de cubs e scooters não garante boas vendas no Brasil





por Igor Macário

Auto Press





Enquanto o mercado de motos grandes se
deleita com taxas notáveis de crescimento, na base da cadeia alimentar
do mercado de duas rodas a briga é bem mais feia. A variedade de oferta é
grande, com várias marcas e muitos modelos lutando por um nicho ainda
minoritário.

Na grande maioria dos países, o mercado de duas rodas de
baixa cilindrada se concentra em cubs e scooters, vocacionadas para o
uso urbano. No Brasil, esses modelos são vitimados pela péssima
qualidade da pavimentação. As rodas pequenas e a menor agilidade as
fazem perder a vez para as motocicletas de baixa cilindrada, melhores
para enfrentar a buraqueira. Ainda assim, o segmento é povoado por
diversas marcas – que oferecem muitos modelos. As fabricantes chinesas
têm participação importante na oferta, mas o mercado ainda é dominado
pelas fabricantes maiores, como Honda, Yamaha e Suzuki.



À primeira vista, cubs e scooters são
até semelhantes, mas guardam algumas diferenças estruturais importantes.
Nas scooters, as rodas são pequenas, de no máximo 14 polegadas, e o
motor acoplado à roda traseira. Isso elimina correias ou correntes de
transmissão e abre espaço no quadro da moto para porta-capacetes e
outros objetos. No entanto, a ciclística é pouco adaptada a asfaltos
ruins em função do diâmetro das rodas. Já as cubs são conceitualmente
mais próximas às motocicletas. A posição de condução é montada – e não
sentada com na scooter –, têm motor central e possuem rodas maiores –
por isso são mais estáveis em pisos irregulares.




A brasileira Dafra é a marca que obteve a
maior participação no mercado brasileiro depois das japonesas. Ela
encerrou 2013 com 1,7% de participação, mas para isso somou as vendas de
nada menos que seis modelos só nessa faixa. A gama é montada em Manaus e
começa na pequena Zig 50, de R$ 3.990. O “motorzinho” da cub tem um
cilindro e produz 3,2 cv a 8.500 rpm, que movimentam os 90 kg do modelo.
Já a Smart Joy fica na outra ponta – por assim dizer – desse segmento. A
scooter usa um motor de 125 cm³ e 10 cv aliados a um câmbio CVT. Mas
usa rodas de 10 polegadas, em vez das de 17 da Zig e custa R$ 6.190. A
Traxx, marca chinesa que também monta motocicletas no Polo Industrial de
Manaus, tem quatro modelos, todas cubs, três com 50 – como a Star 50 – e
uma de 125 cm³, a Sky 125.




Já a Shineray, que traz seus produtos
diretamente da China, tem um portfólio ainda maior. Apenas com motor de
50 cm³ são 10 modelos, entre scooters e cubs. A linha contempla desde
motos com visual retrô e inspiração na scooter italiana Vespa, como as
Retro 50 e Venice 50, a opções com ar mais moderno, como as Jet e
Phoenix 50. Acima delas, ainda há duas 125, Jet e New Wave, com motor de
7,2 cv. A Kasinski – controlada pelo grupo chinês Zongshen – também
oferece a Soft 50 e a Win 110, ambas montadas em Manaus.




No entanto, esse mercado ainda é
dominado por modelos de fabricantes maiores, como Honda, Yamaha e
Suzuki. Todas também tem opções nessa faixa  – cujos projetos muitas
vezes deram origem a produtos chineses. A Honda Biz emplacou nada menos
que 230 mil motocicletas em 2013, enquanto a Yamaha Crypton é a mais
vendida da marca nessa “seara”, com cerca de 19 mil unidades em 2013. A
Suzuki ainda briga com a Burgman i, de 125 cilindradas remodelada em
2011 e que conseguiu emplacar 5.713 unidades.




O segmento de baixa cilindrada é muito
sensível a alterações no crédito, que restringe o acesso ao
financiamento e dificulta as vendas dessas motos – com preços entre R$ 4
mil e R$ 6 mil. Foi o que aconteceu em 2012 e ainda deixou reflexos em
2013, quando o alto índice de inadimplência fez as financeiras elevarem
as exigências para concessão de crédito, o que estrangulou as vendas. No
entanto, as perspectivas para esse segmento são positivas em 2014,
quando a redução do percentual de mau pagadores deve ajudar na retomada
do crescimento. Ainda assim, a pujança do mercado brasileiro continua
bastante suculenta para novas marcas que veêm no Brasil potencial para
lucros.

Participe! Deixe aqui seu comentário. Muito Obrigado!
Disponível no(a):http://motordream.uol.com.br/